Em Busca da Intimidade Perdida - Trailer

Meu DVD de mensagem!

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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Criança vai para o inferno... ou a gente batiza antes?




Comentário da polêmica da aula de Soteriologia (doutrina da salvação), ministrada pelo pastor Deivinson Bignon no dia 17/10/2008, no SETECN.

Por Rodrigo Ferreira dos Santos


“E traziam-lhe também meninos, para que ele lhes tocasse; e os discípulos, vendo isto, repreendiam-nos. Mas Jesus, chamando-os para si, disse: Deixai vir a mim os pequeninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus. Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, não entrará nele” (Lucas 18.15-17).

Os pequeninos teriam acesso direto à Graça? Todas as crianças seriam participantes da Eleição de Deus?

É comum misturar os assuntos nos momentos de discussão. Começamos a falar de crianças que morrem sem conhecer a Jesus. Ao considerar o fato da Onisciência de Deus, a criança que morre sem Jesus já foi Eleita e, portanto, participante da Graça; isso segundo a interpretação que alguns teólogos que defendem a Eleição fazem do texto de Lucas.

O rei Davi declara a sua condição de pecador desde o nascimento: “Eis que em iniqüidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmo 51.5). Mas não podemos considerar o sexo como pecado, já que foi uma ordem dada por Deus – pois sem o sexo não há como haver reprodução humana. Senão, teria dito Deus a Adão e Eva: “Pequem bastante e encham a terra de pecadorezinhos”.

A declaração de Jesus sobre as crianças é explicada por Paulo em sua primeira carta aos
coríntios, que diz: “Irmãos, não sejais meninos no entendimento, mas sede meninos na malícia, e adultos no entendimento” (1 Coríntios 14.20).

Como a criança na idade da inocência teria acesso direto ao Reino de Deus? Só o fato de o próprio Jesus Cristo ter dito isto, para mim já é suficiente! Se não entendemos e não aceitamos o que Jesus disse, é como se estivéssemos condenando as crianças que morrem nessa idade da inocência, sem aceitar a Jesus, ao inferno; ou ainda como se concordássemos com os católicos em batizar as crianças.

A Bíblia declara que só pode ser batizado aquele que tem a condição mental de crer e se responsabilizar por seus atos (Marcos 16.16). Paulo escreve aos Romanos, no capítulo dois, que até os gentios que não conhecem as obras da Lei, mas praticam tais obras, serão julgados pela acusação da sua consciência (Romanos 2.13-16). Deus, ao nos criar, embutiu em nós uma natureza ética com a qual, mesmo sem conhecer a Palavra, conseguimos identificar uma atitude perversa e má – uma ética que existe até em grupos sociais controversos, como o exemplo dos traficantes, que matam quem rouba na sua própria área ou estupra alguém.

Levando em consideração o ambiente e as pessoas inseridas no contexto, Jesus estava se referindo aos judeus, o povo escolhido por Deus, herdeiros da promessa e Eleitos segundo a Soberania de Deus.

Não sei se é correto afirmar, mas uma lição bíblica de Escola Dominical me chamou atenção quando falava do perdão e do sacrifício de Cristo. Dizia que Jesus Cristo tirou o pecado do mundo, não o pecado que praticamos e conhecemos, mas sim o pecado de Adão. A dívida que herdamos de Adão com a queda no Éden já foi paga por Jesus e o Seu sangue cobre, hoje, a nossa multidão de pecados. Se o primeiro Adão nos endividou, o segundo Adão (Jesus, pois também foi formado de maneira sobrenatural) pagou essa dívida. Aquela cédula foi rasgada e, quando pecamos, adquirimos uma nova, mas podemos entregá-la a Ele em oração, pedindo o perdão da nova dívida. Deus é Fiel e Justo para rasgar esta cédula até a gente tomar “vergonha na cara” ou ser envergonhado por Ele em público. Essa pode ser a hipótese de que todo inocente e sem malícia tenha acesso direto ao Reino, mesmo sendo formado em pecado e concebido em iniqüidade. Porque essa dívida já foi paga por todos através do sacrifício de Jesus Cristo.

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Rodrigo Ferreira dos Santos é seminarista.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Yeshua



Esta descrição foi de uma carta original de Públio Lêntulo em Roma acerca de Yeshua (Jesus):

"Apareceu nestes nossos dias um homem, da nação Judia chamado Yeshua que ainda vive entre nós que pelos Gentios é aceito como um profeta mas os seus próprios discípulos chamam-lhe o Filho de Deus - Ele ressuscita o morto e cura toda a sorte de doenças. Um homem de estatura um pouco alta e gracioso com semblante muito reverente e os que o vêem podem amá-lo e temê-lo seu cabelo é castanho cheio liso até as orelhas ondulado até os ombros onde é mais claro. No meio da cabeça os cabelos são divididos conforme o costume dos Nazarenos. A testa é lisa e delicada a face sem manchas ou rugas, o nariz e a boca não podem ser repreendidos a barba é espessa da cor dos cabelos não muito longa a aparência é inocente e madura seus olhos são acinzentados, claros, e espertos reprovando a hipocrisia, ele é terrível admoestando é cortês e justo Um homem, pela sua beleza singular ultrapassa os filhos dos homens".

Mina do Rei Salomão




A descoberta de uma mina de cobre na Jordânia pode ser ser uma indicação da existência real do personagem bíblico Rei Salomão, segundo arqueólogos. Através de testes de radiocarbono, os cientistas constataram a existência de minas de cobre em uma região e época que coincidem com descrições feitas no Antigo Testamento.

Arqueologia. Uma equipa de arqueólogos internacional encontrou vestígios claros da existência de umas minas e indústria de fundição de cobre, que existiram há 3000 anos na Jordânia, que poderiam ter sido as do 4.º rei de Israel

Ruínas encontradas na Jordânia datam de há 3000 anos

Afinal as minas do rei Salomão, uma das figuras míticas da Bíblia, não eram apenas uma lenda, existiram mesmo, só que eram de cobre e não de ouro. Quem as descobriu foi uma equipa internacional de arqueólogos liderada por Thomas Levy, da Universidade da Califórnia, e pelo seu colega Mohammad Najjar, dos Amigos da Arqueologia na Jordânia, de acordo com notícias divulgadas pelo jornal espanhol El Mundo e pelo site Science Daily.

Os arqueólogos encontraram em Khirbat en-Nahas, no distrito jordano de Faynan, vestígios que tornam clara a existência de umas importantes minas e uma indústria de fundição de cobre datadas de há 3000 anos. Estas minas poderão ter sido as do rei Salomão que, de acordo com algumas cronologias, terá governado Israel durante 40 anos, entre 1009 e 922 antes de Cristo. Um reinado que se caracterizou pela riqueza e prosperidade, ligada pelas lendas de sabedoria do rei, mas não só também aos inesgotáveis recursos de umas minas de ouro existentes na época.

Os vestígios agora encontrados resultam de um trabalho iniciado em 2002 numa área de 10 hectares, onde a mais de seis metros de profundidade apareceram então as ruínas das antigas minas.

Os trabalhos da equipa de Thomas Levy e de Mohammad Najjar revelam ainda que as minas atingiram o seu pico de actividade no século IX a. C., d e acordo com as declarações dos autores à revista Proceedings of National Academy.

Esta descoberta vem dar razão à história sobre o reinado dos edomitas, uma nação irmã dos israelitas que, segundo a Bíblia, alcançou um grande poder a sul do mar Morto, exactamente onde hoje é o distrito de Faynan. A confirmação da lenda bíblica poderá dar assim peso às investigações que relacionam o texto religioso com a realidade.

Para já, Thomas Levy decidiu voltar a escavar naquele lugar do deserto da Jordânia, levando consigo as mais inovadores tecnologias no domínio da arqueologia. "Mas os dados da primeira escavação sistemática revelam evidências de sociedades complexas e muito activas entre os séculos X e IX a. C. e isso virá reabrir os debates", garante o arqueólogo.

sábado, 19 de julho de 2008

A BÍBLIA NÃO DIZ QUE SATANÁS FOI UM ANJO DE LUZ E DEPOIS CAIU



Por Paulo de Aragão Lins


Existem no meio evangélico, ensinamentos que são transmitidos há muito, repetidos por gerações de mestres, recebidos por tradição, os quais jamais foram analisados com o cuidado necessário, à luz das Escrituras.

A tradição tem substituído o texto sagrado em muitas doutrinas. Os ensinadores, com medo de se expor, preferem repetir o que outros mais importantes falaram, dentro da esfera do “argumento de autoridade”.

E o que é argumento de autoridade? É o seguinte: se um homem é importante dentro da sua igreja ou se já fez alguns cursos de nível superior, tudo o que ele diz é considerado verdade por muitos, principalmente se tiver escrito um livro.

Costumo sempre fazer esta pergunta: “Você crê mais na Bíblia ou nos ensinamentos de sua denominação?”.

Muitos, surpresos, respondem: “E, por acaso, minha denominação ensina algo que não é ensinado pela BÍBLIA?”. Bem, prezado leitor, apesar de isto parecer quase impossível, vou lhe dizer: todas as denominações que eu conheço ensinam muitas coisas que não se encontram na santa Palavra de Deus. Foram herdadas da igreja católica, que por sua vez herdou dos mitos e narrativas do paganismo.

Não foi por acaso que um dos mais notáveis homens de Deus que já li, Ben Adam, escreveu estas palavras:

“Quando digo que, hoje em dia, para a grande massa do público professadamente religioso, a Bíblia é um livro quase que totalmente desconhecido, estou simplesmente enunciando uma verdade. O estudo da Bíblia, como meio de se procurar conhecer a vontade de Deus sobre alguma particularidade, praticamente morreu; e a leitura devocional das Escrituras sagradas, até mesmo entre os crentes evangélicos, é uma exceção, quando deveria ser a regra”.

Quando apresentamos os textos bíblicos analisados, a surpresa é maior, pois descobrem que a tradição nas igrejas tem, em muitos casos, substituído a Palavra de Deus.

Vamos analisar uma crença que veio do paganismo, foi perpetuada na literatura e nas artes, porém não é ensinada pela Palavra de Deus. Refiro-me à pretensa queda de Satanás.

O ensino tradicional é que Satanás era um anjo bom que vivia no céu, tinha a categoria de arcanjo, era regente do coral celestial, mas um dia, movido de inveja, cheio de cobiça, cheio de vaidade, resolveu insurgir-se contra a autoridade divina, moveu uma rebelião contra Deus, seduziu um grande número de anjos e foi expulso do céu.

Nesta hora houve uma catástrofe tão grande que a terra que havia sido criada por Deus, de maneira tão bela, passou a ser “sem forma e vazia”.

Também ensinam que ele estava no Éden e era perfeito, até que nele se achou iniqüidade. Ora, se sua queda só se deu no Éden, como é que ensinam que a grande catástrofe que destruiu a forma da terra se deu lá no princípio, quando ele caiu?

E se ele caiu lá no princípio da criação, como é que no Éden ele ainda era perfeito?

Outra coisa: como Satanás pôde pecar sem ser tentado? Se alguém, por acaso, o tivesse tentado não teria sido Deus, porque Deus “não pode ser tentado pelo mal e a ninguém tenta” (Tiago 1.13).
E se alguém mais o tentou, teria que ser um tentador independente de Deus e se houvesse um tentador independente de Deus, então ele sena diabo primeiro, o primeiro Satanás.

Não é mais lógico, mais coerente, mais honesto, acreditar no que diz a Bíblia, aceitando a soberania de Deus e submetendo-se à Sua vontade? Você, leitor, está disposto a acreditar mais na Bíblia, mesmo que o que ela disser, seja diferente do que ensinam as autoridades da sua Igreja?

Antes de continuar a ler, deixe-me logo explicar uma coisa muito importante: eu não sou mórmon (aliás, detesto os erros deles), nem sou testemunha de Jeová (também detesto os erros deles), nem tenho compromisso doutrinário com qualquer denominação.

Sou apenas um crente em Jesus Cristo, estudioso das Escrituras, amigo dos pastores e pregadores, mas considerado “herético” por muitos, porque só acredito no que a Bíblia diz.

O próprio Senhor Jesus Cristo afirmou coisa muito diferente do que se ensina hoje sobre Satanás, quando afirmou: “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai: ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele...” (João 8.44).

Jesus colocou este arkê (princípio) como o limite. Satanás jamais se firmou na verdade. Nem uma hora, nem um minuto, ou um segundo, Satanás firmou-se na verdade.

Então ele é o diabo desde o princípio. Deus o fez com esta finalidade, para, opondo-se ao seu plano cósmico, eterno, dar opções para os seres criados fazerem uma escolha entre o bem e o mal.

O bem e o mal são criações de Deus no plano metafísico. Se, no plano epistemológico, pragmático, ou, simplificando, na realidade terrena, vemos a tremenda oposição entre o bem e o mal, no plano metafísico ambos convergem para o cumprimento do plano eterno de Deus.

Deus transcende o bem e o mal. Ele é supremo, superior a tal esfera. Não depende das nossas medidas ou julgamentos. Isaías afirma que Deus é o próprio criador do mal. Se ele não fosse o criador do mal, teria que haver um outro Deus que o fizesse, ou então Deus teria que ser aquela entidade dualística ensinada pelo Taoísmo, Hinduísmo e outras crenças: Deus = Bem/Mal.

Veja o que diz Isaías: “Eu formo a luz, e crio as trevas; eu faço a paz, e crio o mal; eu sou o Senhor, faço todas estas cousas” (Isaías 45.7).

Alguns teólogos, com medo de admitirem algo tão grande e tremendo, dizem que este texto não se refere ao mal ontológico, mas ao mal pragmático, aos males que assolam a terra. Se assim fosse Deus teria dito o seguinte: “Crio os males”.

A primeira epístola de João corrobora e esclarece ainda mais o que Jesus afirmou. Leiamos: “Quem comete o pecado é do diabo; porque o diabo peca desde o princípio” (1 João 3.8).

Agora, chegou a hora de perguntarmos pela primeira vez: você crê mais na BÍBLIA ou nos ensinamentos da tradição? Para não perder sua posição privilegiada na igreja, você prefere ensinar a mentira ou, simplesmente, esconder a verdade? Prefere ficar calado e ser uma “Maria vai com as outras”, concordando com erro, porque isto não vai lhe “queimar”?

Existe algum exegeta mágico que seja capaz de distorcer estes dois textos, procurando alguma outra explicação para o princípio?

Se foi no início da criação, ou no início da vida dele, ou no início da vida do homem, ou seja lá qual tenha sido, o fato insofismável é que quando Satanás começou a existir, já começou a pecar, porque ele já foi feito com a natureza pecaminosa, para cumprir um propósito.

Tal propósito está inserido, embutido e oculto na economia divina. Não temos qualquer senha de acesso para tal propósito.

Você questionará o Criador por causa disto? Não é melhor aceitar o fato que Deus fez o diabo com a missão específica de assolar a terra, de tentar o homem, de acusá-lo, de cumprir a ira divina sobre as pessoas, famílias e nações?

Veja o que diz um texto proferido pelo profeta Isaías: “Eis que eu criei o ferreiro, que assopra as brasas no fogo, que produz a ferramenta para a sua obra; também criei O ASSOLADOR, PARA DESTRUIR” (Isaías 54.16).

Os únicos textos usados pelos que advogam que Satanás era bonzinho, são Ezequiel 28 e Isaías 14. Também se referem à citação que Jesus faz em relação a Satanás ter caído do Céu. Vamos analisar cada um deles.

Quando Jesus enviou os setenta para realizarem a obra inicial da evangelização, eles saíram entusiasmados e voltaram mais entusiasmados ainda quando viram o resultado do trabalho realizado.

Eis o que diz Lucas: “E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demônios se nos sujeitam” (Lucas 10.17).

Até aquele tempo jamais um demônio havia sido expulso. Era o início de algo completamente novo. Vemos, por exemplo, casos como o de Saul, em que um espírito mau da parte do Senhor vinha atormentá-lo e Davi, tocando a harpa o aliviava, mas não se fala ali de expulsão de demônios.

Ao ser iniciada a batalha espiritual na terra para destruir as obras do diabo, Satanás, o príncipe das potestades do ar, vendo que seu império estava se desmoronando, resolveu descer até ao nível da terra.

Jesus vendo o que acontecera, usou o pretérito imperfeito do verbo e afirmou: “Eu VIA Satanás, como raio, cair do céu” (Lucas 10.18). Não existe, nesta frase de Jesus, qualquer idéia que Satanás era bom e depois tornou-se mau.

Vamos analisar, agora, alguns detalhes importantes de Ezequiel 28, o texto é mais utilizado por exegetas impacientes para tentarem provar que Satanás um dia foi bom e depois tornou-se mau.
Abra sua BÍBLIA, leia com atenção umas duas vezes, no mínimo este texto, até o versículo 19 e depois acompanhe nossa análise honesta e espiritual do texto.

A profecia de Ezequiel é eclética, mística e hermética. A profecia é contra o rei de Tiro, mas, ao mesmo tempo, há expressões que claramente se referem a outro personagem. Quem seria este outro personagem? Você aprendeu que era Satanás; mas, será que era mesmo?

No início tal personagem é apresentado cheio de vaidade e orgulho espiritual, ao ponto de querer ser igual a Deus. No versículo 9 descobrimos que, no momento que ele se apresenta como um Deus, a Palavra diz que ele é homem, e não Deus.

Ora, se ele é homem, não pode ser Satanás porque Satanás é espírito. Se não é Satanás, nem é o rei de Tiro, é alguém muito importante no plano de Deus. Quem?

Na segunda parte do texto, que vai do versículo 11 ao 19, parece que tudo muda por completo. Não podemos mais pensar neste personagem em termos do rei de Tiro. É alguém tão especial que vamos citar todo o texto:

“Filho do homem, levanta uma lamentação sobre o rei de Tiro, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Jeová: Tu és o aferidor da medida, cheio de sabedoria e perfeito em formosura. Estavas no Éden, jardim de Deus: toda a pedra preciosa era a tua cobertura, a sardônia, o topázio, o diamante, a turquesa, o ônix, o jaspe, a safira, o carbúnculo, a esmeralda e o ouro: a obra dos teus tambores e dos teus pífaros estava em ti; no dia em que foste criado foram preparados. Tu eras querubim ungido para proteger, e te estabeleci: no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti”.

Muitas mentes criativas, férteis, conseguiram interpretar este texto como referente a Satanás.
Se o texto fala de Satanás, perguntamos: o que estava ele fazendo no Éden, junto com Adão? Se ele já era mau e estava ali para fazer o homem pecar, como passou um período sendo bom, no mesmo Éden?

Se ele era querubim protetor, ou cobridor, ou guarda, como significa sua função, ou melhor a de um querubim, pois querubim é um guarda, um guardião, ele estava ali guardando o Éden contra o que, ou contra quem?

Contra outro Satanás? Aquele que o fez pecar; aquele que o tentou?

Estava guardando o Éden contra si mesmo? Se não era Satanás o querubim/guarda, quem era o guarda do Éden? A BÍBLIA sempre responde a BÍBLIA, sempre. Leiamos Gênesis 2.15: “E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar E O GUARDAR”.

Quem era, pois, o guarda/querubim do Éden? Adão, é claro!

Contra que ou contra quem Adão foi colocado para guardar o Éden? Contra Satanás!

Isto não aconteceu a contento, disto nós sabemos, o que acarretou toda a gama de problemas que vieram pela falta de cuidado de Adão.

E quem era o aferidor da medida? Adão, é claro. Por quê?

O que significa aferidor? “Instrumento de medição; conferido e harmonizado com o padrão; modelo; gabarito; régua; protótipo” etc.

Adão, como o primeiro homem, era o modelo para todos os demais. Como houve falha, Deus enviou outro aferidor, Jesus Cristo.

Jamais Satanás poderia ser aferidor de qualquer coisa boa dentro do plano da criação de Deus.
Nossos primeiros pais viviam nus e não sabiam, ou não viam isto, porque estavam vestidos de luz, vestidos do brilho das pedras afogueadas.

Em linguagem simbólica, não significa que estavam carregados de pedras, mas era uma luz tão bela que dificilmente poderia ser descrita por linguagem humana, o que fez o profeta descrever da maneira mais bela que ele podia.

Adão era perfeito, até que nele se achou iniqüidade.

Satanás nunca foi perfeito, porque Deus já O criou para assolar, para destruir, como instrumento de sua ira, conforme podemos constatar em dois textos paralelos do Velho Testamento.

Leiamos, em primeiro lugar, 1 Crônicas 21.1: “Então Satanás se levantou contra Israel, e incitou Davi a numerar a Israel”. Vemos, neste texto, que foi Satanás que incitou Davi.

Leiamos, agora, 2 Samuel 24.1: “E a ira do Senhor se tornou a acender contra Israel: e incitou Davi contra eles, dizendo: Vai, numera a Israel de Judá”.

Afinal, quem incitou a Davi? Deus ou o diabo? Digamos que foi Deus, usando seu servo negativo, Satanás. Ele é o instrumento da ira de Deus, já que Deus é amor e é imutável. Ele criou O assolador para destruir, no momento em que ele precisa usar alguém assim.

No livro de Jó, quando os filhos de Deus se apresentaram diante do Senhor, a Bíblia diz que “veio também Satanás entre eles” (Jó 1.6).

Deus dialogou com ele. Perguntou de onde ele vinha e falou sobre Jó. Deus queria provar a Jó e, como Deus não faz nada negativo, usou seu instrumento negativo e deu ordens para ele tocar nos bens e na família de Jó e, mais tarde, em seu próprio corpo.

Por que Satanás não fez isto antes, por quê?

Porque ele só faz qualquer coisa quando Deus o usa para fazê-lo. Ele não é tão autônomo, tão independente como muitos pensam e ensinam. Ele é um servo!

Veja o caso de Pedro, por exemplo. Em Lucas 22.31,32, nós lemos:

“Disse também o Senhor: Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu para cirandar como trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua fé não desfaleça; e tu, quando te converteres, confirma teus irmãos”.

Veja como Satanás teve que pedir! Se ele fosse livre para tentar qualquer um, ele simplesmente tentaria sem pedir qualquer permissão.

Veja que Jesus não está falando somente sobre Pedro. Ele está falando sobre todos os apóstolos, pois diz: “vos pediu”. Está no plural. Satanás pediu todos os apóstolos. Jesus disse que iria rogar, particularmente por Pedro, porque ele ainda não era convertido em plenitude.

Jesus disse que a fé dele poderia desfalecer, já que era um homem de pequena fé (Mateus 14.31).

E não somente isto. Apesar de sua função negativa, ele é um príncipe. Não sou eu que estou dizendo, foi Jesus quem afirmou isto. Ele disse: “Agora é o juízo deste mundo: agora será expulso o príncipe deste mundo” (João 12.31). “Já não falarei muito convosco; porque se aproxima o príncipe deste mundo, e nada tem em mim” (João 14.30). “E do juízo, porque o príncipe deste mundo está julgado” (João 16.11).

O apóstolo Paulo corrobora tais afirmações do Mestre em Efésios 2.2, quando o chama de “o príncipe das potestades do ar”.

É algo absurdo e infantil alguém falar de Satanás usando expressões como estas: “aquele cachorro, aquele porco, aquele imbecil, aquele nojento” etc.

Por quê?

Porque ele é um anjo de Deus, criado para fazer esta obra negativa a que Deus o designou. Isto é difícil de aceitar por muitos mas é a pura verdade.

Com isto ele não deixa de ser nosso inimigo, mas enquadrado dentro do plano magistral, eterno e infinito de Deus.

Foi por causa disto que o próprio arcanjo Miguel, comandante dos anjos guerreiros do Senhor, demonstrou respeito pela posição do outro, de Satanás, porque entendia sua função e missão.

O apóstolo Judas estava criticando pessoas que “vituperam autoridades” e, logo em seguida, afirma: “E, contudo, também estes, semelhantemente adormecidos, contaminam a sua carne, e rejeitam a dominação, e vituperam as dignidades. Mas o arcanjo Miguel, quando disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda” (Judas 8,9).

Vamos analisar, agora, outro texto que é usado pelos exegetas impacientes: Isaías 14, especificamente os versículos 4 a 19.

Trata-se, também, de um texto rebuscado, pesado, cheio de símbolos. É necessário lê-lo com muita atenção, dando ênfase especial a todos os contextos.

O argumento principal é retirado dos versículos 12 a 14: “Como caíste do Céu, ó estrela da manhã, filha da alva! Como foste lançado por terra, tu que debilitavas as nações! E tu dizias no teu coração: Eu subirei ao céu, acima das estrelas de Deus exaltarei o meu trono, e no monte da congregação me assentarei, da banda dos lados do norte. Subirei acima das altas nuvens, e serei semelhante ao Altíssimo. E contudo levado serás ao inferno, ao mais profundo do abismo. Os que te virem te contemplarão, considerar-te-ão, e dirão: É este o varão que fazia estremecer a terra, e que fazia tremer os reinos? Que punha o mundo como um deserto e assolava as suas cidades? Que a seus cativos não deixava ir soltos para suas casas? Mas tu és lançado de tua sepultura, como um renovo abominável, como um vestido de mortos atravessados à espada, como os que descem ao covil de pedras, como corpo morto e pisado”.

Para começar, em todo o texto há referências a morte, sepultura, homem etc; termos que não se aplicam jamais a Satanás.

Vamos observar um importante contexto que sempre passa despercebido por muitos analistas bíblicos.

Quem está falando todas estas palavras que acabamos de citar? Deus? O profeta Isaías? Outro personagem? Quem?

Observando o contexto, ele mostra que quem está falando estas palavras são ESTES TODOS (v. 10).

Agora, perguntamos, estes todos quem?

O personagem a quem o texto se refere, possui certas características que enumeraremos a seguir:

• Um grande poder;
• Ele caiu de certo nível;
• Ele é acusado de ferir os povos com furor;
• Com a queda dele disseram que a terra descansou (se fosse a queda de Satanás, seria o contrário, pois com ela a terra ficou em polvorosa);
• O Sheol, sepultura, ou inferno, conforme é chamado o reino dos mortos no Velho Testamento foi dito que se turbou por ele, para sair ao encontro dele em sua vinda;
• Os mortos despertaram por causa dele em sua vinda;
• Despertou os príncipes ou principados;
• Fez levantar dos seus tronos a todos os reis das nações;
• Ele foi acusado de ter caído do céu;
• Ele foi chamado de “estrela da manhã”;
• Ele foi acusado de dizer que subiria ao céu, sendo semelhante ao Altíssimo;
• Ele morreu;
• Ele foi sepultado;
• Embora sepultado, saiu de sua sepultura, de maneira sobrenatural.

Perguntamos novamente: a quem se referem estes textos? À Satanás? Simplesmente ao rei de Babilônia?

Por que os reis das nações o acusaram de tanta coisa e disseram que ele também estava enfermo, semelhante a eles? E por que esses reis das nações estariam enfermos?

Não se trata de uma referência aos dominadores espirituais das nações, os principados e potestades que dominam sobre países, como encontramos em Daniel e outras referências?
Este personagem chamado de “estrela da manhã” e “filho da alva” é alguém tão horrível e asqueroso como Satanás? E como ele continuaria a ser chamado assim, se tivesse passado pela metamorfose de anjo de luz para anjo do mal?

Por que não entendermos que esses reis das nações estavam zangados contra alguém muito diferente de Satanás? Sim, por que não entendermos que este texto refere-se exatamente ao oposto dele: o Senhor Jesus Cristo?!

Estas palavras torcidas e de blasfêmia não partiram da boca de Deus, nem da boca do profeta, mas partiram DOS REIS DAS NAÇÕES!

Foram eles que chegaram a dizer sobre o corpo de Jesus na sepultura palavras exatas como estas: “os bichinhos debaixo de ti se estenderão, e os bichos te cobrirão”.

É claro! Na sepultura esses vermes não puderam fazer outra coisa senão ficar acima e debaixo do corpo sacrossanto de Jesus, mas não puderam tocar nele, porque está escrito: “Pois não deixarás a minha alma no inferno, nem permitirás que o Teu Santo veja corrupção” (Salmo 16.10). “Nessa previsão, disse da ressurreição de Cristo: que a sua alma não foi deixada no Hades, nem a sua carne viu corrupção” (Atos 2.31).

Jesus morreu como qualquer homem, mas seu corpo não passou pela putrefação.

Vamos ver outro detalhe importante: a quem a Bíblia chama, realmente, de “Estrela da Manhã”? Conforme o relato do apóstolo Pedro, refere-se ao próprio Senhor Jesus. Leiamos 2 Pedro 1.19: “E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis, em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia esclareça e a estrela da alva apareça em vossos corações”.

Outra invenção é chamar Satanás de “Lúcifer” ou “Lusbel”. Lúcifer significa “portador da luz” e Lusbel significa “senhor da luz”. Desde quando Satanás é portador da luz ou senhor da luz? Isto é ou não é uma fantasia da cabeça de alguns?

Durante anos Satanás tem recebido da boca dos próprios cristãos uma glória que ele não possui – a de ter sido, um dia, um anjo bom.

É claro que, ele fez algo no céu, uma rebelião. Ele seduziu a terça parte dos anjos celestes, transformando-os em seus seguidores, em demônios.

Ousamos, contudo, dizer que tudo isto estava nos planos de Deus. Deus permitiu que tudo isto acontecesse para que de maneira mais completa fosse manifestada a Sua glória.

Amado irmão ou irmã, aprenda a ler a Bíblia com mais atenção e, o que é melhor, com mais reverência. Jogue para o alto as tradições humanas e a submissão a autoridades humanas e atinja uma nova visão e dimensão do conhecimento bíblico. Escreva para mim. Terei prazer em ajudá-lo a compreender melhor o texto sagrado.

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Nota importante!

Este texto foi retirado do livro “O que a Bíblia não diz, mas muitos pregadores e mestres dizem”, de Paulo de Aragão Lins, edição do autor. Todas as afirmações aqui contidas são de responsabilidade exclusiva do autor. Não compartilho das idéias aqui expostas; apenas reproduzi o texto na íntegra para fins de debate bíblico.
Atenciosamente, pr. Deivinson Bignon.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Crime e Castigo



Crime e Castigo (em russo Преступле́ние и наказа́ние, Prestuplênie i nakazánie) é um romance do escritor russo Fiódor Dostoiévski, publicado em 1866. Narra a história de Rodion Românovitch Raskólnikov, um jovem estudante que comete um assassinato e se vê perseguido por sua incapacidade de continuar sua vida após o delito.

O livro/novela se baseia numa visão sobre religião e existencialismo com um foco predominante no tema de atingir salvação por sofrimento, sem deixar de comentar algumas questões do socialismo e niilismo.

Enredo
O personagem principal, apesar de professor de línguas, é um homem extremamente pobre e que vive angustiado pela sombra de se tornar alguém melhor ou fazer algo importante. Ele divide o homem em ordinário e extraordinário, numa tentativa de explicar a quebra das regras em prol do avanço humano.

Seguindo este preceito - fazer algo que mude a sociedade ou em prol dela - o personagem planeja, em meio a uma luta consigo, a morte de uma agiota e, finalmente, cumpre-o.

Antes de fugir da cena do crime, porém, Raskólnikov também comete, a contragosto, levado apenas pela situação de surpresa, o assassinato de Lisavieta, irmã da velha agiota, pois ela havia visto o cadáver recém-assassinado no chão.

Este personagem principal rouba algumas jóias, mas não chega a usufruir deste ganho, e sentindo-se arrependido enterra-as sob uma pedra.

Após tal fato e seus desfechos, o romance relata de maneira detalhista os dramas psicológicos sofridos pelo autor do homicídio, toda a sua saga, sofrimento e arrependimento.

Diversas histórias se desenvolvem de maneira paralela à principal, entre elas um romance da irmã do personagem Raskólnikov e as relações do personagem com Sônia.

Apesar de investigar Raskólnikov, a polícia termina por prender um inocente que se intitulou culpado por uma razão pessoal (bem explicado no livro). Entretanto, o personagem por fim confessa o crime que cometera. A confissão deveu-se, principalmente, à enorme influência de Sônia, que, antes disso, compartilha com Raskólnikov algumas leituras do Novo Testamento.

Por fim, Raskólnikov é preso. Porém, devido à sua confissão, arrependimento e ótimo antecedentes, sua pena acaba por ser reduzida a oito anos em uma cadeia na Sibéria. Durante tal período, Sônia, personagem que a partir de certo momento segue Raskólnikov em todas as situações, manteve-se muito presente, servindo até mesmo de mensageira a sua família em São Petesburgo.

Os flagrantes traços autobiográficos, como adoração pela mãe, o vício do jogo (O Jogador) e a fidelidade psicológica, bem como os traços estilisticos do autor, colocaram esta obra, indubitalvemente, entre as maiores da história da literatura universal e, certamente, junto com Os Irmãos Karamazov, garantiram a Fiódor Dostoiévski a posição de maior escritor russo da história em conjunto com Lev Tolstoy.

Veja o clip do livro


terça-feira, 10 de junho de 2008

Bispo Macedo no caminho do Nobel da Paz









A Frente Parlamentar Brasil-Israel da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro anunciou que indicará o nome do bispo Edir Macedo para o Prêmio Nobel da Paz. A iniciativa é apoiada pela organização não-governamental (ONG) Amisrael, o Mensageiro da Paz, que atua em mais de 16 países, promovendo a harmonia entre os povos.

“Ao construir templos em mais de 170 países e divulgar os ensinamentos do Senhor Jesus, ele está trabalhando pela paz. O bispo Macedo é, atualmente, uma das personalidades brasileiras de maior destaque mundial”, disse o presidente da Frente Parlamentar, deputado estadual Jodenir Soares.

O anúncio da indicação acontecerá na Conferência Internacional de Jerusalém: Remodelando o Futuro, organizada pela Amisrael e que, na quarta edição, começa hoje e vai até 4 de junho, contando com o apoio do Ministério das Relações Exteriores e do Parlamento israelense.

Durante o evento, o bispo Macedo receberá o Prêmio Agente da Paz Mundial, concedido pela Amisrael a personalidades de diversos países que dedicam a vida a propagar a não-violência.

Entre as diversas iniciativas do fundador da IURD em prol da paz, estão as concentrações realizadas no ano passado em alguns estados brasileiros. No Rio de Janeiro, por exemplo, a chamada “Vigília pela Paz” reuniu cerca de 2 milhões de pessoas na enseada da Praia de Botafogo, no dia da Independência do Brasil. O evento, contou com a presença de parentes de vítimas da violência no estado.

Quem já ganhou o Nobel:

2001 - Kofi Annan, ex-secretário geral da ONU
1990 - Mikhail gorbachev, ex-presidente da União Soviética
1993 - Nelson Mandela, ex-presidente da África do Sul

Fonte: Folha Universal

sexta-feira, 6 de junho de 2008

As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian



As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian (The Chronicles of Narnia: Prince Caspian)
Elenco: Georgie Henley, Skandar Keynes, William Moseley, Anna Popplewell, Ben Barnes, Peter Dinklage, Pierfrancesco Favino e Sergio Castellitto, com Liam Neeson como a voz de Aslam

Direção: Andrew Adamson
Gênero: Aventura
Distribuidora: Buena Vista
Estréia: 30 de Maio de 2008
Sinopse: Os personagens da eterna fantasia de C.S. Lewis ganham vida novamente neste novo capítulo da série As Crônicas de Nárnia, na qual os irmãos Pevensie são magicamente transportados outra vez da Inglaterra ao mundo de Nárnia, onde uma emocionante e perigosa aventura e um teste ainda maior de coragem e do destino os aguarda.

Um ano depois dos incríveis acontecimentos de O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, os reis e rainhas de Nárnia se vêem de volta ao longínquo e maravilhoso reino e descobrem que mais de 1300 anos narnianos se passaram. Durante sua ausência, a Era de Ouro de Nárnia foi extinta, Nárnia foi conquistada pelos Telmarines e agora está sob o domínio do maligno rei Miraz, que governa impiedoso a terra.

As quatro crianças logo encontram um novo e intrigante personagem: o herdeiro legítimo do trono de Nárnia, o jovem Príncipe Caspian, que foi forçado a ficar escondido enquanto seu tio Miraz planeja matá-lo para dar o trono a seu filho recém-nascido. Com a ajuda de um gentil duende, de um corajoso rato falante chamado Reepicheep, de um texugo chamado Trufflehunter e do Duende Negro, Nikabrik, os narnianos, liderados pelos poderosos cavaleiros Peter e Caspian, embarcam em uma fantástica jornada para encontrar Aslam, retirar Nárnia do domínio tirânico de Miraz e restaurar a magia e a glória da terra.

Curiosidades:
» O livro 'Príncipe Caspian’, lançado em 1951 – o segundo na ordem de publicação da obra de sete volumes – será o próximo a ser levado ao cinema. O elenco original volta na continuação, assim como Andrew Adamson, contratado para produzir, dirigir e escrever a segunda aventura.

» O segundo filme, que chegaria aos cinemas dia 14 de Dezembro de 2007, foi adiado para Julho/Agosto de 2008 (Verão Americano).

» Após Caspian, já foi confirmada a adaptação de 'Voyage of the Dawn Treader', no qual Edmund e Lucy ajudam a encontrar os sete lordes banidos de Nárnia.


Trailer:




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