Em Busca da Intimidade Perdida - Trailer

Meu DVD de mensagem!

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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

Introdução (trecho)

Introdução

“Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2).

Você se considera uma pessoa alienada? O alienado é aquele que se mostra indiferente em relação a tudo o que acontece ao redor. É aquele que está sempre dormindo quando tudo acontece à sua volta.

Quando Paulo disse que os crentes devem despertar do sono – “Façam isso, compreendendo o tempo em que vivemos. Chegou a hora de vocês despertarem do sono, porque agora a nossa salvação está mais próxima do que quando cremos” (Romanos 13.11) –, ele tinha em mente a sonolência espiritual dos que negligenciavam sua própria fé, e, por causa disso, não perceberam que tudo mudou à sua volta.

Mas, como ouvir o recado de Deus para as questões difíceis de nossa época? Vivemos a chamada pós-modernidade. Para ouvir a voz de Deus, primeiramente você precisará entender bem o conceito de pós-modernidade e suas contradições, para que, depois, possa definir a sua posição como seguidor de Cristo: “desde que continuem alicerçados e firmes na fé, sem se afastarem da esperança do evangelho, que vocês ouviram e que tem sido proclamado a todos os que estão debaixo do céu. Esse é o evangelho do qual eu, Paulo, me tornei ministro” (Colossenses 1.23).

Entendendo a pós-modernidade
Pós-modernidade é o termo usado para caracterizar o momento em que vivemos, marcado pela rebeldia e pela cultura individualista, onde tudo gira em torno do prazer e da fragmentação dos valores cristãos. Mas, que são valores? São os princípios ou padrões sociais aceitos e mantidos por um indivíduo ou grupo social. Pós-modernidade quer dizer, literalmente, após a modernidade, ou ainda, após o modernismo.

Mas, o que foi o modernismo? Segundo a ciência, o modernismo foi o período da história humana que aconteceu depois da “Idade das Trevas” (ou Idade Média). Nesta época a ciência e a razão foram novamente valorizadas, o que caracterizou o abandono de Deus como o centro da humanidade e a inauguração de uma nova visão, em que o homem passa a ser o centro da cultura e ciências do mundo.

A partir desses acontecimentos, o homem passou a confiar apenas em si mesmo e a achar que estava sozinho no universo. Portanto, o ateísmo (crença de que Deus não existe) cresceu assustadoramente na época modernista.

Hoje, a pós-modernidade baseia-se em três filosofias principais que vieram do modernismo.

A busca incessante do prazer
Existe uma filosofia que diz que o prazer é a fonte principal da felicidade humana. Ela parte da suposição de que o homem vive para buscar a realização dos seus prazeres mais íntimos.
O homem é visto por esta forma de pensar como um ser extremamente egoísta, que busca apenas a realização do seu prazer individual.

Hoje, as pessoas são cada vez mais preocupadas consigo mesmas, e, por causa disso, têm muita dificuldade para olhar as necessidades do próximo.

Os meios de comunicação aproveitaram essa característica do ser humano e padronizaram ainda mais o egoísmo, promovendo produtos supérfluos como se fossem gêneros de primeira necessidade. Por exemplo, muitos jovens de classe média e alta gastam fortunas na compra de um tênis da moda, enquanto tantos outros jovens pobres morrem de fome, sem ter sequer um prato de comida à mesa.

Essa filosofia de vida valoriza somente o aqui e agora em sua constante busca pelo prazer. Ela considera como importante apenas o momento presente e não está interessada nas conseqüências futuras das ações humanas.

Você tem seguido essa filosofia? Para vencer essa forma de pensar é preciso que reconheça esta tendência que a humanidade tem para o egoísmo, e, depois, não tomar a forma do mundo, ou seja, não ter um estilo de vida igual ao das pessoas não cristãs (Rm 12.1,2).

Uma utilidade prática para tudo
Um filósofo chamado John Dewey dizia que todas as atitudes humanas precisavam ser feitas com alguma utilidade prática, visando sempre o bem da maioria.

A frase preferida daquele que segue esta filosofia de vida é a seguinte: “tempo é dinheiro”. Basta olhar para os Estados Unidos da América que você verá isso em pleno funcionamento. O pensamento americano está estampado nos filmes de Hollywood, nas séries de TV e no próprio estilo de vida nacional.

Temos que constatar um horrível fato: aqui no Brasil sempre tivemos uma espécie de “torcicolo cultural”, pois sempre “viramos o rosto” buscando a cultura de outros povos, ditos de primeiro mundo (nos primórdios, começamos copiando os europeus; agora, copiamos os americanos). Deste modo, é fácil perceber na prática que a sociedade brasileira tenta desesperadamente absorver cada vez mais do estilo de vida norte-americano, tornando-se escrava, econômica e culturalmente, dos Estados Unidos.

Como vencer a guerra contra esta filosofia? A Bíblia nos dá alguns princípios gerais bastante úteis:
1. Há tempo para todas as coisas (Eclesiastes 3.1);
2. O trabalho é uma coisa passageira (Eclesiastes 1.14; 2.11,17,23).
3. Os que querem ficar ricos a qualquer custo são reprovados por Deus (Eclesiastes 5.10; 1 Timóteo 6.9,10,17).

A existência vem antes da essência
O filósofo Jean Paul Sartre defendia a noção de que o homem constrói a história de sua vida eliminando a existência anterior de valores imutáveis. Sartre propôs uma filosofia que toma o modo de ser próprio do homem como ponto de partida da sua reflexão mental.

Essa filosofia tem influenciado grandemente a sociedade pós-moderna, pois reafirma a liberdade humana, estimulando dessa maneira o individualismo. Sartre nega qualquer influência fora do ser humano (como a Bíblia, por exemplo) para a formação dos valores humanos. O homem é senhor de si, e adota os valores que ele próprio cria. Nisso, Deus não tem participação alguma sobre as decisões humanas, pois o homem está no centro de tudo.

O remédio para esse pensamento é uma dose generosa de humildade e dependência de Deus (Salmo 46.10; Tiago 4.10; 1 Pedro 5.6).

O cristão e a pós-modernidade
Talvez você esteja pensando: “o que eu tenho a ver com tudo isso?” ou “que proveito prático eu posso tirar disso para a minha felicidade pessoal?”.

Somos todos influenciados pela filosofia de vida dominante na sociedade que fazemos parte. No entanto, você é que escolhe o nível de influência que receberá desta sociedade. [...]


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Um comentário:

bignon disse...

Esse livro tem grande valor para a nossa sociedade, pois ele trata de assuntos atuais.

Editora Contextualizar

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